Boa tarde primos,primas,tios,tias e vistantes do blog!
É mto triste ter que vir fazer esta postagem,mas familia é assim não é? temos que partilhar o que é bom e tb o que é ruim! a alegria e a tristeza...
Faleceu hj pela manhã nosso querido tio BOM AMIR- o tio NINO!!!
Apesar de sabermos da saúde debilitada na qual ele se encontrava a noticia nos deixou mto tristes.. Deixamos aqui os nossos sentimentos a toda a familia Nelson,Fernando,Marcia e nossa querida tia Lucinda... a saudade ficará e só deixa saudade quem tem algum siginificado em nossa vida..em especial para a nossa familia, nosso querido Tio Nino sempre foi um tio mto presente em nossas vidas e passeava mto em nossa casa...
Nosso abraço carinhoso e saibam todos que estamos unidos em oração!!!
Beijos da Laine
sábado, 3 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Medalha de ouro
E ai primos,primas,tios,tias evistantes do blog!
Então gente agora todo mês vamos procurar destacar um membro da nossa familia,gente de sucesso e talento aqui não falta!!! então aceito sugestões e tb espero contar com todospra que ajudem a me mantersempre informada dos passos dos nossos!!
È MTO BOM saber que nossa familia possui gente trabalhadora,honesta, e que corre atrás do que almeja,não? por isso não resisti em copiar e colar aqu,i pra dividir com todos vcs a matéria feita pelo nosso primo THIAGO MEDAGLIA,filho do OSMAR que não perde uma festa da gente.... o Thiago esteve na festa de Catanduva ano passado vcs devem estar lembrados... aproveitem e leiam aqui matéria..
À vc Thiago nossos parabéns pelo seu trabalho e o desejo de mto e mto sucesso!
São 38 anos explorando madeira na Amazônia. E seu Manoel se lembra do tempo em que não sabia o que estava fazendo. Começou moço, como operador de máquinas pesadas, no início dos anos 1970. Naquela época, o governo federal incentivou a ocupação da região e sua integração ao mercado doméstico. Manoel Barbosa, à frente de tratores do tamanho de prédios, entrava na mata e dava às árvores mais altas o destino que lhe convinha. “Caíam para o lado que eu queria”, recorda. Rodou toda a região, sentindo sempre um gosto amargo indecifrável quando jogava ao chão mais um cedro, ipê ou mogno. Até que, no início dos anos 1990, foi trabalhar para uma organização não governamental sediada em Paragominas, no nordeste do Pará. Ali, se deu conta do que estava fazendo.
Agora seu Manoel está à beira de uma estrada de terra que ele mesmo ajudou a abrir em uma propriedade particular localizada em Paragominas, cidade que já foi considerada a síntese da destruição da floresta e hoje é modelo de desenvolvimento sustentável para os municípios da Amazônia. Rodeado pela mata, veste o uniforme da organização especializada em manejo florestal para a qual trabalha: calça verde, camisa laranja de mangas compridas, botas de cano longo e capacete. À sua direita, uma árvore de uns 15 metros de altura chama a atenção. Não pelo tamanho, mas pela grande marca no tronco, uma lasca arrancada do chão até uns 3 metros acima. “Eu que fiz isso”, assume. “Vim abrir caminho com o trator e arranquei uma ponta da raiz.” Foi um acidente. Extensa e profunda, a raiz partida reagiu feito elástico esticado, ricocheteou na própria árvore e arrancou a lasca do tronco. Não chegou a ameaçar fisicamente o motorista do trator, mas ele acusou o golpe: “Doeu em mim”.
A nova consciência na relação com os recursos naturais não chegou apenas a seu Manoel. Quem vai hoje a Paragominas depara com uma cidade limpa e bem cuidada – cenário incomum no interior da região Norte. Na zona central, carros novos circulam pelo asfalto impecável, os motoristas não precisam de semáforo para dar passagem aos pedestres nas faixas e os moradores podem relaxar no parque ambiental após a jornada de trabalho. Nas praças, o calor é amenizado pela sombra das árvores, adornadas de canteiros floridos. “As flores eram roubadas toda semana”, conta o atual prefeito, Adnan Demachki, “mas insistimos e as pessoas entenderam que aquilo já pertencia a elas.” A educação no trânsito foi mais objetiva. Desde o fim de 2007, multas são aplicadas a quem não para na faixa (São Paulo, a cidade mais rica do país, empregou a mesma regra em agosto de 2011).
Paragominas era uma cidade decadente em 1994, quando a ONG Tropical Forest Foundation criou uma subsidiária na Amazônia (mais tarde, o nome seria mudado para Instituto Floresta Tropical, abreviado para IFT). A área urbana inspirava abandono e visitantes eram vistos com desconfiança. Na zona rural, marcada pelo desmatamento ilegal, eram comuns assassinatos e ameaças, disputas por posse da terra e trabalho escravo – não por acaso, o lugar recebeu o apelido de “Paragobalas”. Durante o período de seca, de tão constantes os incêndios, ficava difícil até respirar. “Os olhos ardiam e a nuvem de fumaça criava problemas para os pilotos de avião”, recorda-se Demachki. Mas a escolha do IFT não foi um acaso: o centro de estudos, localizado em uma fazenda da madeireira Cikel, está ali porque, nos anos 1980, Paragominas havia sido o principal polo madeireiro do mundo tropical e concentrava o maior número de serrarias do planeta.
Muito dinheiro circulava. Baseada na exploração predatória de madeira, a atividade econômica promoveu rápido crescimento. “Esse foi o modelo em muitos municípios da região”, explica Beto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). “O problema é que, com o tempo, a madeira acaba e a terra passa a ser utilizada para a agropecuária, que não mantém a mesma geração de renda e empregos.”
A floresta também pagou o preço. Quase 9 mil quilômetros quadrados de mata foram perdidos. Ainda assim, com 20 mil quilômetros quadrados de área (pouco menor que Sergipe), o município conta com um remanescente florestal considerável: 66% de seu território. Em um sobrevoo, o tapete formado pela copa das árvores engana. “Não é floresta intocada, mas uma mata da qual foi retirada boa parte das árvores com valor comercial”, explica Fábio Niedermeier, da organização The Nature Conservancy (TNC), contratada pelo Sindicato dos Produtores Rurais para elaborar um diagnóstico ambiental das propriedades.
Os excessos do passado culminaram na entrada de Paragominas, em janeiro de 2008, na lista negra de municípios que mais desmatam a Amazônia, emitida pelo Ministério do Meio Ambiente. As portas se fecharam para fazendeiros e empresários, que passaram a não ter acesso às linhas de crédito. Naquele mesmo ano, em fevereiro, Demachki convocou as lideranças locais para firmar um pacto pelo desmatamento zero. No mês seguinte, em março, uma ação conjunta da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e do Ibama (o órgão responsável pela execução da política nacional do meio ambiente na época) aconteceu na cidade. Chamada de Arco de Fogo, resultou em apreensão de toras, prisões e fechamento de serrarias ilegais.
Em novembro, outra operação, agora da Polícia Militar em parceria com o Ibama, intitulada de Rastro Negro, pôs fim a 120 fornos de carvão irregulares, além de apreender caminhões com toras sem origem. Inconformadas, aos gritos de “Eles se preocupam com árvore, mas não com gente!”, centenas de pessoas ligadas a essas atividades incendiaram o escritório local do Ibama. As cenas correram mundo, e o ministro do Meio Ambiente na época, Carlos Minc, convocou Demachki às pressas para uma reunião em Brasília.
No Distrito Federal, a voz de Adnan Demachki chegou a embargar. Noite em claro, sem almoço e sob pressão, ele admite ter enfrentado “o dia mais difícil de minha vida”. Carlos Minc comandava a reunião no gabinete, acompanhado de sua equipe. Os ministros da Justiça e da Defesa e o próprio presidente Lula não estavam presentes, mas aguardavam o desfecho daquela discussão.
Minc exigia do prefeito apoio irrestrito a uma resposta à altura do incêndio. Queria evitar que ecoasse em toda a Amazônia o recado de que era possível enfrentar (até mesmo com fogo) os representantes do poder público. Demachki, então, pediu a palavra. Falou das iniciativas que vinham sendo tomadas para conter o desmatamento e desenvolver o município e apresentou uma carta à nação, assinada por ele e por lideranças locais, na qual pedia desculpas ao povo brasileiro. Minc se irritou: “Prefeito, não me relate esse conto de fadas. Quero saber do inferno que houve lá”.
Duas horas depois, os políticos saíram dali com um acordo. Na manhã seguinte, o ministro aterrissou em Paragominas acompanhado por um aparato de guerra: helicópteros, picapes e 200 homens armados, da Polícia Federal, do Exército e do Ibama. “Fechamos serrarias ilegais, realizamos prisões, demos o recado”, diz Minc.
O prefeito respirou aliviado. Não bastasse a pressão externa, ele ainda tinha de lidar com a insatisfação dos paragominenses. De acordo com a prefeitura, 2,2 mil postos de trabalho foram perdidos entre 2008 e 2009. “A maioria era de atividades ligadas a desmatamento, serrarias e carvão.” De janeiro de 2010 a junho de 2011, porém, 3,8 mil ofertas de empregos foram criadas.
O crescimento econômico, ao contrário do passado, não se originou em atividades clandestinas. Além disso, se sustentou em parcerias com organizações ambientais e teve impulso na descoberta de uma jazida de bauxita. “A mineração deu sobrevida a Paragominas”, comenta Marco Lentini, secretário executivo do IFT. Extraída a princípio pela Vale e hoje dividida com a empresa norueguesa Hydro (dona de 60% do negócio), a exploração “atraiu uma classe média que exigiu mudanças”, afirma João Elias, gerente de comunicação da Hydro.
Cativou outros perfis, também. Em 2005, a população da cidade era de 75 mil pessoas – hoje é de 100 mil. A ausência de oportunidades nos municípios do entorno trouxe uma massa de pessoas vindas sobretudo do Maranhão. Somados aos trabalhadores que ainda não haviam recuperado seus empregos, esses migrantes se converteram em problema social. Demachki então criou o projeto Mão Amiga, baseado na presença de assistentes sociais na rodoviária. “Informamos que não há empregos para todos e oferecemos a passagem de volta mais um lanche”, relata o prefeito. “Mas ninguém é expulso daqui.”
Durante 40 anos a atividade central em Paragominas foi a venda de madeira serrada da floresta nativa. Agora é diferente. A principal indústria local no setor, a Florapac, utiliza 100% de madeira reflorestada na produção de MDF – chapas de fibra de média densidade. “Quando começamos a plantar eucalipto e paricá, nos anos 1990, as pessoas diziam que, com tanta árvore na floresta, não tinha por que plantar mais”, relata Adriano Dagnoluzzo, um dos donos.
O reflorestamento é um avanço, mas parece ser pouco. “Já temos umas 30 pequenas fabricantes de móveis”, diz Demachki. O mesmo raciocínio está sendo aplicado na agricultura: a ideia é valer-se da produção de milho e soja para implantar duas fábricas de ração. Além disso, uma área e incentivos fiscais foram concedidos ao empreendedor que busca financiamento para um frigorífico de pequenos animais.
Se essas iniciativas se concretizarem, Paragominas dará um passo ainda inédito para as cidades do interior da região. “A Amazônia não tem nenhuma base econômica organizada”, afirma a geógrafa Bertha Becker, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Não há formação de cadeia produtiva completa. No passado, os produtos extraídos da floresta eram enviados à Europa. Hoje, ao Sudeste do Brasil e, cada vez mais, à China. Não há industrialização nem agregação de valor.”
Na tentativa de fugir dessa sina, novos empreendimentos estão em vista. Dois hotéis foram inaugurados e um shopping center está sendo anunciado. Os agricultores – que há três anos não conseguiam acessar linhas de crédito – criaram uma cooperativa e celebram o aumento da área plantada, que, na última safra de grãos, foi de 15 mil hectares.
Cultivar mais sem desmatar novas terras só foi possível graças à implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), fruto da parceria entre o Sindicato dos Produtores Rurais e a TNC. Com base em imagens de satélite e visitas às fazendas, foi feito o levantamento de mais de 90% das propriedades e determinadas, em cada uma, as áreas que deveriam ser destinadas à preservação, ao reflorestamento e à agropecuária.
Já a parceria com o Imazon permite, desde 2008, o monitoramento via satélite do território. Os relatórios mensais são enviados à Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que, com base nas coordenadas geográficas, vai aos locais exatos para confirmar o desmatamento. Essa prática inibiu a destruição da floresta e, aliada ao CAR, permitiu que a cidade saísse da lista negra dos municípios desmatadores em março de 2010.
A própria presença da TNC evidencia o perfil incomum de Paragominas. Em uma região marcada por conflitos entre ambientalistas e ruralistas, a organização tem uma sala no prédio do sindicato rural. “Estamos do mesmo lado”, diz Mauro Lúcio Costa, líder pecuarista. “O radicalismo acaba quando a porta é aberta”, completa. E nos convida a conhecer sua propriedade.
A música country vai alta no rádio. A picape branca nova sacoleja ao sabor dos buracos na estrada de terra. A meu lado, no volante, um caubói: chapéu, cinto com fivela dourada, botas de couro. Estamos a caminho da fazenda de Costa, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais e motorista nessa viagem. Sua propriedade é tida como um modelo para os pecuaristas da região.
Nessa parte da Amazônia, a ilegalidade é fácil de ser avistada. Pouco mais de uma hora depois de deixar Paragominas, na altura da cidade vizinha de Ulianópolis, cruzamos com um caminhão carregado de madeira. Pintura em péssimo estado, pneus velhos, toras amarradas de qualquer jeito. Sobre os troncos viajam quatro homens com cara de cansados e expostos ao sol, talvez de carona para casa em algum vilarejo à beira da estrada. As condições não deixam dúvida. Costa abaixa o volume da música antes de falar: “Estão transportando madeira ilegal”.
Poucos quilômetros adiante, surge outro caminhão carregado. Dessa vez, a cena é outra. Ninguém em cima da mercadoria, apenas o motorista e um ajudante na cabine. As toras são maiores, estão presas de forma segura e protegidas por lonas laterais com o logo de uma empresa. É madeira certificada, provavelmente extraída de uma área autorizada pelos órgãos ambientais.
A ironia é que ambas deverão ser transportadas para os mesmos mercados. “A madeira desta parte do Pará abastece a região Nordeste”, informa Marco Lentini, do IFT. De acordo com uma pesquisa do Imazon, a indústria madeireira na Amazônia (legal e ilegal) movimentou em 2009 um total de 4,9 bilhões de reais. O Pará responde sozinho por 45% desse valor.
A ironia é que ambas deverão ser transportadas para os mesmos mercados. “A madeira desta parte do Pará abastece a região Nordeste”, informa Marco Lentini, do IFT. De acordo com uma pesquisa do Imazon, a indústria madeireira na Amazônia (legal e ilegal) movimentou em 2009 um total de 4,9 bilhões de reais. O Pará responde sozinho por 45% desse valor.
“Eu não sou bandido”, protesta Costa. “Sou filho e neto de produtor rural. Meu avô derrubou Mata Atlântica, e meu pai, a Amazônia, e tenho muito orgulho deles, porque fizeram isso para gerar renda, emprego, desenvolvimento.” Em sua fazenda, 80% da área é de floresta intocada, conforme manda a lei federal. Nos 20% restantes, dedicados à pecuária bovina, ela atingiu uma produtividade cinco vezes maior que a média amazônica, que é de 100 quilos por hectare. O segredo é o investimento na qualidade do solo, algo que Costa tem feito desde 1990. “Chamavam-me de doido quando comecei, mas não precisa derrubar árvore para aumentar a produção.”
Em mais um dia no acampamento do IFT, entramos na floresta para acompanhar de perto a extração de uma árvore de uns 40 metros de altura por meio de técnicas de manejo florestal. Tudo foi planejado: a exploração da área teve autorização dos órgãos ambientais, o levantamento prévio das espécies está feito e um intervalo de décadas será respeitado até que aquele trecho seja novamente tocado. Um dos funcionários avalia o lado para o qual os danos causados pela queda serão menores. A serra elétrica é então ligada e em poucos minutos uma árvore centenária está no chão. Em seguida um trator entra na mata para rebocar a tora pesada, atropelando a vegetação. “Aplicamos técnicas de impacto reduzido, mas isso não significa que não haja impacto”, esclarece Marco Lentini, “e o estrago seria bem maior na extração convencional.”
Impossível não refletir sobre a interferência humana no meio natural, ainda mais quando se leva em conta que apenas 1% da madeira originária da Amazônia é retirada por meio de técnicas de manejo. Euclides da Cunha, ao viajar pelo alto rio Purus em 1905, relatou que “a impressão dominante que tive, e talvez correspondente a uma verdade positiva, é esta: o homem, ali, é ainda um intruso pertinente. Chegou sem ser esperado nem querido – quando a natureza ainda estava arrumando o seu mais vasto e luxuoso salão. E encontrou uma opulenta desordem”. A Amazônia, seja nas terras destinadas à preservação integral, seja nos municípios que esgotaram seus recursos, é um projeto em andamento. E Paragominas, um capítulo distante do fim.
Então gente agora todo mês vamos procurar destacar um membro da nossa familia,gente de sucesso e talento aqui não falta!!! então aceito sugestões e tb espero contar com todospra que ajudem a me mantersempre informada dos passos dos nossos!!
È MTO BOM saber que nossa familia possui gente trabalhadora,honesta, e que corre atrás do que almeja,não? por isso não resisti em copiar e colar aqu,i pra dividir com todos vcs a matéria feita pelo nosso primo THIAGO MEDAGLIA,filho do OSMAR que não perde uma festa da gente.... o Thiago esteve na festa de Catanduva ano passado vcs devem estar lembrados... aproveitem e leiam aqui matéria..
À vc Thiago nossos parabéns pelo seu trabalho e o desejo de mto e mto sucesso!
- O que fazer quando acaba a madeira
Edição 141/Dezembro de 2011 29/11/2011
O que fazer quando acaba a madeira
Paragominas, no Pará, foi pioneira dos piores cenários amazônicos: destruição da floresta, violência rural, império da ilegalidade. Mas agora é modelo de desenvolvimento sustentável
por Thiago Medaglia
Fonte: National Geographic Brasil
Agora seu Manoel está à beira de uma estrada de terra que ele mesmo ajudou a abrir em uma propriedade particular localizada em Paragominas, cidade que já foi considerada a síntese da destruição da floresta e hoje é modelo de desenvolvimento sustentável para os municípios da Amazônia. Rodeado pela mata, veste o uniforme da organização especializada em manejo florestal para a qual trabalha: calça verde, camisa laranja de mangas compridas, botas de cano longo e capacete. À sua direita, uma árvore de uns 15 metros de altura chama a atenção. Não pelo tamanho, mas pela grande marca no tronco, uma lasca arrancada do chão até uns 3 metros acima. “Eu que fiz isso”, assume. “Vim abrir caminho com o trator e arranquei uma ponta da raiz.” Foi um acidente. Extensa e profunda, a raiz partida reagiu feito elástico esticado, ricocheteou na própria árvore e arrancou a lasca do tronco. Não chegou a ameaçar fisicamente o motorista do trator, mas ele acusou o golpe: “Doeu em mim”.
A nova consciência na relação com os recursos naturais não chegou apenas a seu Manoel. Quem vai hoje a Paragominas depara com uma cidade limpa e bem cuidada – cenário incomum no interior da região Norte. Na zona central, carros novos circulam pelo asfalto impecável, os motoristas não precisam de semáforo para dar passagem aos pedestres nas faixas e os moradores podem relaxar no parque ambiental após a jornada de trabalho. Nas praças, o calor é amenizado pela sombra das árvores, adornadas de canteiros floridos. “As flores eram roubadas toda semana”, conta o atual prefeito, Adnan Demachki, “mas insistimos e as pessoas entenderam que aquilo já pertencia a elas.” A educação no trânsito foi mais objetiva. Desde o fim de 2007, multas são aplicadas a quem não para na faixa (São Paulo, a cidade mais rica do país, empregou a mesma regra em agosto de 2011).
Paragominas era uma cidade decadente em 1994, quando a ONG Tropical Forest Foundation criou uma subsidiária na Amazônia (mais tarde, o nome seria mudado para Instituto Floresta Tropical, abreviado para IFT). A área urbana inspirava abandono e visitantes eram vistos com desconfiança. Na zona rural, marcada pelo desmatamento ilegal, eram comuns assassinatos e ameaças, disputas por posse da terra e trabalho escravo – não por acaso, o lugar recebeu o apelido de “Paragobalas”. Durante o período de seca, de tão constantes os incêndios, ficava difícil até respirar. “Os olhos ardiam e a nuvem de fumaça criava problemas para os pilotos de avião”, recorda-se Demachki. Mas a escolha do IFT não foi um acaso: o centro de estudos, localizado em uma fazenda da madeireira Cikel, está ali porque, nos anos 1980, Paragominas havia sido o principal polo madeireiro do mundo tropical e concentrava o maior número de serrarias do planeta.
Muito dinheiro circulava. Baseada na exploração predatória de madeira, a atividade econômica promoveu rápido crescimento. “Esse foi o modelo em muitos municípios da região”, explica Beto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). “O problema é que, com o tempo, a madeira acaba e a terra passa a ser utilizada para a agropecuária, que não mantém a mesma geração de renda e empregos.”
A floresta também pagou o preço. Quase 9 mil quilômetros quadrados de mata foram perdidos. Ainda assim, com 20 mil quilômetros quadrados de área (pouco menor que Sergipe), o município conta com um remanescente florestal considerável: 66% de seu território. Em um sobrevoo, o tapete formado pela copa das árvores engana. “Não é floresta intocada, mas uma mata da qual foi retirada boa parte das árvores com valor comercial”, explica Fábio Niedermeier, da organização The Nature Conservancy (TNC), contratada pelo Sindicato dos Produtores Rurais para elaborar um diagnóstico ambiental das propriedades.
Os excessos do passado culminaram na entrada de Paragominas, em janeiro de 2008, na lista negra de municípios que mais desmatam a Amazônia, emitida pelo Ministério do Meio Ambiente. As portas se fecharam para fazendeiros e empresários, que passaram a não ter acesso às linhas de crédito. Naquele mesmo ano, em fevereiro, Demachki convocou as lideranças locais para firmar um pacto pelo desmatamento zero. No mês seguinte, em março, uma ação conjunta da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e do Ibama (o órgão responsável pela execução da política nacional do meio ambiente na época) aconteceu na cidade. Chamada de Arco de Fogo, resultou em apreensão de toras, prisões e fechamento de serrarias ilegais.
Em novembro, outra operação, agora da Polícia Militar em parceria com o Ibama, intitulada de Rastro Negro, pôs fim a 120 fornos de carvão irregulares, além de apreender caminhões com toras sem origem. Inconformadas, aos gritos de “Eles se preocupam com árvore, mas não com gente!”, centenas de pessoas ligadas a essas atividades incendiaram o escritório local do Ibama. As cenas correram mundo, e o ministro do Meio Ambiente na época, Carlos Minc, convocou Demachki às pressas para uma reunião em Brasília.
No Distrito Federal, a voz de Adnan Demachki chegou a embargar. Noite em claro, sem almoço e sob pressão, ele admite ter enfrentado “o dia mais difícil de minha vida”. Carlos Minc comandava a reunião no gabinete, acompanhado de sua equipe. Os ministros da Justiça e da Defesa e o próprio presidente Lula não estavam presentes, mas aguardavam o desfecho daquela discussão.
Minc exigia do prefeito apoio irrestrito a uma resposta à altura do incêndio. Queria evitar que ecoasse em toda a Amazônia o recado de que era possível enfrentar (até mesmo com fogo) os representantes do poder público. Demachki, então, pediu a palavra. Falou das iniciativas que vinham sendo tomadas para conter o desmatamento e desenvolver o município e apresentou uma carta à nação, assinada por ele e por lideranças locais, na qual pedia desculpas ao povo brasileiro. Minc se irritou: “Prefeito, não me relate esse conto de fadas. Quero saber do inferno que houve lá”.
Duas horas depois, os políticos saíram dali com um acordo. Na manhã seguinte, o ministro aterrissou em Paragominas acompanhado por um aparato de guerra: helicópteros, picapes e 200 homens armados, da Polícia Federal, do Exército e do Ibama. “Fechamos serrarias ilegais, realizamos prisões, demos o recado”, diz Minc.
O prefeito respirou aliviado. Não bastasse a pressão externa, ele ainda tinha de lidar com a insatisfação dos paragominenses. De acordo com a prefeitura, 2,2 mil postos de trabalho foram perdidos entre 2008 e 2009. “A maioria era de atividades ligadas a desmatamento, serrarias e carvão.” De janeiro de 2010 a junho de 2011, porém, 3,8 mil ofertas de empregos foram criadas.
O crescimento econômico, ao contrário do passado, não se originou em atividades clandestinas. Além disso, se sustentou em parcerias com organizações ambientais e teve impulso na descoberta de uma jazida de bauxita. “A mineração deu sobrevida a Paragominas”, comenta Marco Lentini, secretário executivo do IFT. Extraída a princípio pela Vale e hoje dividida com a empresa norueguesa Hydro (dona de 60% do negócio), a exploração “atraiu uma classe média que exigiu mudanças”, afirma João Elias, gerente de comunicação da Hydro.
Cativou outros perfis, também. Em 2005, a população da cidade era de 75 mil pessoas – hoje é de 100 mil. A ausência de oportunidades nos municípios do entorno trouxe uma massa de pessoas vindas sobretudo do Maranhão. Somados aos trabalhadores que ainda não haviam recuperado seus empregos, esses migrantes se converteram em problema social. Demachki então criou o projeto Mão Amiga, baseado na presença de assistentes sociais na rodoviária. “Informamos que não há empregos para todos e oferecemos a passagem de volta mais um lanche”, relata o prefeito. “Mas ninguém é expulso daqui.”
Durante 40 anos a atividade central em Paragominas foi a venda de madeira serrada da floresta nativa. Agora é diferente. A principal indústria local no setor, a Florapac, utiliza 100% de madeira reflorestada na produção de MDF – chapas de fibra de média densidade. “Quando começamos a plantar eucalipto e paricá, nos anos 1990, as pessoas diziam que, com tanta árvore na floresta, não tinha por que plantar mais”, relata Adriano Dagnoluzzo, um dos donos.
O reflorestamento é um avanço, mas parece ser pouco. “Já temos umas 30 pequenas fabricantes de móveis”, diz Demachki. O mesmo raciocínio está sendo aplicado na agricultura: a ideia é valer-se da produção de milho e soja para implantar duas fábricas de ração. Além disso, uma área e incentivos fiscais foram concedidos ao empreendedor que busca financiamento para um frigorífico de pequenos animais.
Se essas iniciativas se concretizarem, Paragominas dará um passo ainda inédito para as cidades do interior da região. “A Amazônia não tem nenhuma base econômica organizada”, afirma a geógrafa Bertha Becker, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Não há formação de cadeia produtiva completa. No passado, os produtos extraídos da floresta eram enviados à Europa. Hoje, ao Sudeste do Brasil e, cada vez mais, à China. Não há industrialização nem agregação de valor.”
Na tentativa de fugir dessa sina, novos empreendimentos estão em vista. Dois hotéis foram inaugurados e um shopping center está sendo anunciado. Os agricultores – que há três anos não conseguiam acessar linhas de crédito – criaram uma cooperativa e celebram o aumento da área plantada, que, na última safra de grãos, foi de 15 mil hectares.
Cultivar mais sem desmatar novas terras só foi possível graças à implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), fruto da parceria entre o Sindicato dos Produtores Rurais e a TNC. Com base em imagens de satélite e visitas às fazendas, foi feito o levantamento de mais de 90% das propriedades e determinadas, em cada uma, as áreas que deveriam ser destinadas à preservação, ao reflorestamento e à agropecuária.
Já a parceria com o Imazon permite, desde 2008, o monitoramento via satélite do território. Os relatórios mensais são enviados à Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que, com base nas coordenadas geográficas, vai aos locais exatos para confirmar o desmatamento. Essa prática inibiu a destruição da floresta e, aliada ao CAR, permitiu que a cidade saísse da lista negra dos municípios desmatadores em março de 2010.
A própria presença da TNC evidencia o perfil incomum de Paragominas. Em uma região marcada por conflitos entre ambientalistas e ruralistas, a organização tem uma sala no prédio do sindicato rural. “Estamos do mesmo lado”, diz Mauro Lúcio Costa, líder pecuarista. “O radicalismo acaba quando a porta é aberta”, completa. E nos convida a conhecer sua propriedade.
A música country vai alta no rádio. A picape branca nova sacoleja ao sabor dos buracos na estrada de terra. A meu lado, no volante, um caubói: chapéu, cinto com fivela dourada, botas de couro. Estamos a caminho da fazenda de Costa, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais e motorista nessa viagem. Sua propriedade é tida como um modelo para os pecuaristas da região.
Nessa parte da Amazônia, a ilegalidade é fácil de ser avistada. Pouco mais de uma hora depois de deixar Paragominas, na altura da cidade vizinha de Ulianópolis, cruzamos com um caminhão carregado de madeira. Pintura em péssimo estado, pneus velhos, toras amarradas de qualquer jeito. Sobre os troncos viajam quatro homens com cara de cansados e expostos ao sol, talvez de carona para casa em algum vilarejo à beira da estrada. As condições não deixam dúvida. Costa abaixa o volume da música antes de falar: “Estão transportando madeira ilegal”.
Poucos quilômetros adiante, surge outro caminhão carregado. Dessa vez, a cena é outra. Ninguém em cima da mercadoria, apenas o motorista e um ajudante na cabine. As toras são maiores, estão presas de forma segura e protegidas por lonas laterais com o logo de uma empresa. É madeira certificada, provavelmente extraída de uma área autorizada pelos órgãos ambientais.
A ironia é que ambas deverão ser transportadas para os mesmos mercados. “A madeira desta parte do Pará abastece a região Nordeste”, informa Marco Lentini, do IFT. De acordo com uma pesquisa do Imazon, a indústria madeireira na Amazônia (legal e ilegal) movimentou em 2009 um total de 4,9 bilhões de reais. O Pará responde sozinho por 45% desse valor.
A ironia é que ambas deverão ser transportadas para os mesmos mercados. “A madeira desta parte do Pará abastece a região Nordeste”, informa Marco Lentini, do IFT. De acordo com uma pesquisa do Imazon, a indústria madeireira na Amazônia (legal e ilegal) movimentou em 2009 um total de 4,9 bilhões de reais. O Pará responde sozinho por 45% desse valor.
“Eu não sou bandido”, protesta Costa. “Sou filho e neto de produtor rural. Meu avô derrubou Mata Atlântica, e meu pai, a Amazônia, e tenho muito orgulho deles, porque fizeram isso para gerar renda, emprego, desenvolvimento.” Em sua fazenda, 80% da área é de floresta intocada, conforme manda a lei federal. Nos 20% restantes, dedicados à pecuária bovina, ela atingiu uma produtividade cinco vezes maior que a média amazônica, que é de 100 quilos por hectare. O segredo é o investimento na qualidade do solo, algo que Costa tem feito desde 1990. “Chamavam-me de doido quando comecei, mas não precisa derrubar árvore para aumentar a produção.”
Em mais um dia no acampamento do IFT, entramos na floresta para acompanhar de perto a extração de uma árvore de uns 40 metros de altura por meio de técnicas de manejo florestal. Tudo foi planejado: a exploração da área teve autorização dos órgãos ambientais, o levantamento prévio das espécies está feito e um intervalo de décadas será respeitado até que aquele trecho seja novamente tocado. Um dos funcionários avalia o lado para o qual os danos causados pela queda serão menores. A serra elétrica é então ligada e em poucos minutos uma árvore centenária está no chão. Em seguida um trator entra na mata para rebocar a tora pesada, atropelando a vegetação. “Aplicamos técnicas de impacto reduzido, mas isso não significa que não haja impacto”, esclarece Marco Lentini, “e o estrago seria bem maior na extração convencional.”
Impossível não refletir sobre a interferência humana no meio natural, ainda mais quando se leva em conta que apenas 1% da madeira originária da Amazônia é retirada por meio de técnicas de manejo. Euclides da Cunha, ao viajar pelo alto rio Purus em 1905, relatou que “a impressão dominante que tive, e talvez correspondente a uma verdade positiva, é esta: o homem, ali, é ainda um intruso pertinente. Chegou sem ser esperado nem querido – quando a natureza ainda estava arrumando o seu mais vasto e luxuoso salão. E encontrou uma opulenta desordem”. A Amazônia, seja nas terras destinadas à preservação integral, seja nos municípios que esgotaram seus recursos, é um projeto em andamento. E Paragominas, um capítulo distante do fim.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Nosso encontro
Nosss Encontro em Nova América tbfoi noticia no jornal de Catanduva..vejam:
Foi realizado em Nova América - Itápolis nos dia 12 e 13 de novembro, o 7º Encontro da Familia Medaglia, comemorando 116 anos de imigração de Giuseppe Medaglia, com muita festa, alegria, e como não pode faltar em uma festa de família italiana muita música e comida boa. Esse ano conseguiram reunir 158 integrantes da família e já programaram o 8º Encontro que será realizado em 10/11/2012 no Guarujá.
COLUNISTA
7º Encontro da Familia Medaglia
Foi realizado em Nova América - Itápolis nos dia 12 e 13 de novembro, o 7º Encontro da Familia Medaglia, comemorando 116 anos de imigração de Giuseppe Medaglia, com muita festa, alegria, e como não pode faltar em uma festa de família italiana muita música e comida boa. Esse ano conseguiram reunir 158 integrantes da família e já programaram o 8º Encontro que será realizado em 10/11/2012 no Guarujá.
Familia Medalha foi noticia
ai pessoal o jornal regional publicou uma foto da nossa Familia e a lilian colocu no face,aproveito pá divulgar aqui no blog, entrem no link e confiram...
No ano de 1968, o casal Delfina-Oreste Medaglia completou seus 25 anos de casados, em clima de felicidade e ao lado da família e amigos.
Para assinalar a data, aconteceu Missa em Ação de Graças na Matriz de São Domingos, seguida de recepção com o registro de fotos, como esta que hoje desfila por esta saudosa seção.
A família Medaglia sempre foi, e continua sendo, referência nos quesitos trabalho, persistência e honestidade. E é com uma alegria intensa que recordamos fatos dessa história com saudade e a alegria de termos vivido uma época de ouro com personagens que ficarão sempre na memória dos que viveram momentos inesquecíveis.
Beijos da Laine....
COLUNISTA
Recuerdos
No ano de 1968, o casal Delfina-Oreste Medaglia completou seus 25 anos de casados, em clima de felicidade e ao lado da família e amigos.
Para assinalar a data, aconteceu Missa em Ação de Graças na Matriz de São Domingos, seguida de recepção com o registro de fotos, como esta que hoje desfila por esta saudosa seção.
A família Medaglia sempre foi, e continua sendo, referência nos quesitos trabalho, persistência e honestidade. E é com uma alegria intensa que recordamos fatos dessa história com saudade e a alegria de termos vivido uma época de ouro com personagens que ficarão sempre na memória dos que viveram momentos inesquecíveis.
Beijos da Laine....
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Encontro de 2011
Bom dia primos ,primas,tios,tias e visitantes do blog!!
Estou mto mas mto feliz com o sucesso doi nosso Encontro,conseguimos reunir 158 participantes..a Familia do Tio Chico estava em peso desta vez e acredito que agora irão sempre!!!
Tb este ano contamos com a presença do Nelson e familia..que tb foi uma alegria pra todos nós,além dos filhos do Zeca .. como uma boa festa de " Italianos" não faltou mta comida, mta bebida, uma boa massa, vinho e um bom churrasco tb!!! o lugar era lindo e a dedicação da Lucina e do Noca, nossa isto nem se fala!! maravilhosos eles! nos receberam com mto amor e mto carinho, estavam prontos pra nos servir a todo momento, mta gente boa tb trabalhando junto com eles, pena que não me lembro o nome de todos, pra poder citar aqui..me lembro apenas da "Fia" pq tenho uma amiga que a chamo justamente assim então não poderia deixar de guardar este apelido tão carinhoso, então agradeço a todas as Fias e Fios que ajudaram a Luciana neste encontro o amor que vcs cozinharam,organizaram e .limparam estava no gosto maravilhoso de cada alimento que consumimos que Deus os abençoe!!!
Nossa festa sempre tem de td alegria,musica, choro rsrsrs, emoção!!e alegria mta alegria..
É pena que já acabou agora é só esperar a próxima ... com mta ansiedade... e já ir pedindo as bençãos de Jesus pra que ele abençeo a vida do zeca e de toda a Familia pra esta missão!!! Estamos aguardando com mta ansiedade 2012!!!
Beijos da Laine!
aguardem..amanhã tem mais fotos!!
Estou mto mas mto feliz com o sucesso doi nosso Encontro,conseguimos reunir 158 participantes..a Familia do Tio Chico estava em peso desta vez e acredito que agora irão sempre!!!
Tb este ano contamos com a presença do Nelson e familia..que tb foi uma alegria pra todos nós,além dos filhos do Zeca .. como uma boa festa de " Italianos" não faltou mta comida, mta bebida, uma boa massa, vinho e um bom churrasco tb!!! o lugar era lindo e a dedicação da Lucina e do Noca, nossa isto nem se fala!! maravilhosos eles! nos receberam com mto amor e mto carinho, estavam prontos pra nos servir a todo momento, mta gente boa tb trabalhando junto com eles, pena que não me lembro o nome de todos, pra poder citar aqui..me lembro apenas da "Fia" pq tenho uma amiga que a chamo justamente assim então não poderia deixar de guardar este apelido tão carinhoso, então agradeço a todas as Fias e Fios que ajudaram a Luciana neste encontro o amor que vcs cozinharam,organizaram e .limparam estava no gosto maravilhoso de cada alimento que consumimos que Deus os abençoe!!!
Nossa festa sempre tem de td alegria,musica, choro rsrsrs, emoção!!e alegria mta alegria..
É pena que já acabou agora é só esperar a próxima ... com mta ansiedade... e já ir pedindo as bençãos de Jesus pra que ele abençeo a vida do zeca e de toda a Familia pra esta missão!!! Estamos aguardando com mta ansiedade 2012!!!
Beijos da Laine!
aguardem..amanhã tem mais fotos!!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Recados
Pessoal por favor quem for pra dormir levar:
travesseiros
roupas de cama de casal,pq ai se for dormir em solteiro a roupa serve,então levar dois,
Obrigadinha a todos vcs... e atéeeeee sabadoo
travesseiros
roupas de cama de casal,pq ai se for dormir em solteiro a roupa serve,então levar dois,
Obrigadinha a todos vcs... e atéeeeee sabadoo
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Nova conta para deposito
Esse daqui é o numero de outra conta para fazer o deposito, pq aquela outra parece que nao esta dando certo
Banco 756
Agencia 3188
Conta corrente 2383-3
Sicoob Credicitrus
Vanildo Jesuel Sinchetti
Luciana Terezinha Floriano Sinchetti
Fazer deposito identificado
Banco 756
Agencia 3188
Conta corrente 2383-3
Sicoob Credicitrus
Vanildo Jesuel Sinchetti
Luciana Terezinha Floriano Sinchetti
Fazer deposito identificado
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Blog antigo
http://familiamedalha.zip.net/index.html
Oiiii primos,primas,tios,tias e visitantes do blog , foi ai neste antigo blog que td começouuuu!!! e agora as novidade ficam td aqui neste novo endereço.. então vamos lá não será por falta de informaçãos que vcs não irão ao nosso encontro..
beijos da Laine
Oiiii primos,primas,tios,tias e visitantes do blog , foi ai neste antigo blog que td começouuuu!!! e agora as novidade ficam td aqui neste novo endereço.. então vamos lá não será por falta de informaçãos que vcs não irão ao nosso encontro..
beijos da Laine
Só pra relembrar....
GIUSEPPE MEDAGLIA
Este é um pequeno resumo historico da epopéia vivida por um imigrante italiano que assim como tantos outros , deixaram a ITALIA no final do século XIX em busca de um ideal .Entre 1890 e 1900 ocorreu o maior movimento de emigração de um povo em tão curto espaço de tempo que a historia já registrou.Mais de um milhão de italianos saíram de seu país para tentar sobreviver em outras partes do mundo,devido a grande crise economica e elevado indice de desemprego.Muitos vieram para a America do Sul, outros para a America do Norte e outra parte para a Australia .
Filho de Francisco Medaglia e Philomena Plastena, Giuseppe Medaglia nasceu no dia 11 de Novembro do ano de 1875 em Maione, pequena vila ligada a Altilia, provincia de Cosenza na Calabria, região muito montanhosa, com quase nenhuma area para agricultura, e de dificil pastoreio para cabras e ovinos.
Maione atualmente conta com uma população de 700 habitantes, a maioria com mais de 50 anos, pois ainda hoje os jovens saem cedo da vila em busca de trabalho em outras cidades maiores e com mais oportunidades.
Na pequena piazza della vila di Maione, podemos ver a estatua em homenagem ao jovem Maiones que com uma mala nas mãos, parte em busca do mesmo ideal que levou Giuseppe, há 110 anos atrás, abandonar sua cidade natal com destino ao Brasil.
De uma familia humilde de tres filhos , Nicola era o mais velho, Giuseppe era o filho do meio e Giovanina a filha mais nova que também veio para o Brasil vindo a se casar com..Luigi.Nucci.
Hugo Medaglia ,filho de Nicola vive ainda e esta com 90 anos morando em Castrovillari ,pequeno vilarejo proximo a Cosenza.
Por volta de 1895 , Giuseppe chegou ao Brasil onde casou-se com Vicenza Giardini com quem teve 9 filhos, sendo os tres primeiros Orlando, Vitório e Francisco nascidos em uma pequena vila chamada Candido Rodrigues próxima a cidade de Taquaritinga.
Retornou a Italia com a esposa e os tres filhos na esperança de encontrar trabalho em seu pais de origem, como não consegue trabalho, deixa a
deixa a mulher e os filhos e viaja para tentar melhor sorte nos Estados Unidos. Na California trabalha na abertura e nos acentamentos da estrada de ferro .Após um periodo de trabalhos pesados, consegue juntar algumas economias e retorna a Italia para o reencontro com a familia.
Lá nasceram outros tres filhos : Gilberto, Amadeu e Oreste. Depois de alguns anos retornam ao Brasil e se estabelecem em Taquaritinga dedicando-se ao trabalho na lavoura de café. Ai nascem os filhos Dante, Filomena e Hermida.
Com a morte da esposa Vicenza, casa-se pela segunda vez no dia 25 de Agosto de 1921 com Rozaria Spina em Taquaritinga , com quem teve 02 filhos: Belmiro e Bom Amir.Rozaria Spina nascida em 18 de Novembro de 1886 na vila de Grimaldi, filha de Pedro Spina e Cattarina Nucci. No ano de 1949 Giuseppe ficou viuvo pela segunda vez.
Em 11 de Novembro de 1955 , seus filhos organizaram uma grande festa para comemoração do seu aniversário de 80 anos, no mesmo ano tentou se casar pela terceira vez, mas foi impedido pelos proprios filhos. Ainda teve neste mesmo ano uma queda onde fraturou a bacia, ocasião em que todos achavam que não andaria mais,ganhou uma cadeira de rodas e relutava em sentar-se nela, porém sua força de vontade e teimosia logo o fizeram andar novamente,para alegria de seu filhos e netos.
Viveu seus ultimos anos na casa de seu filho Amadeu e sua nora Maria , ela, que soube o acolher com muito amor e carinho.
Faleceu em Catanduva no dia 30 de Abril de 1968, então com 92 anos de idade.
Peculiaridades: Giuseppe é lembrado com sua bengala , fazendo dela um instrumento musical para alegrar seus netos e bisnetos, tambem pelas caminhadas nos finais de tarde tomando uma cervejinha no bar da esquina e deixando uma nota de um cruzeiro para o neto, adorava contar historias sobre o arranha gato arvore cheia de espinhos,tinha um pequeno afundamento na parte superior do cranio,soubemos que o vô Giuseppe havia se metido em um caso amoroso com uma mulher casada e quando flagrados pelo marido da amante,recebeu uma paulada na cabeça ocasionando este afundamento.Para se defender do agressor desferiu um tiro de garrucha no desafortunado. Razão pela qual teve que abandonar o país onde ocorreu este episódio.
A primeira mulher Vicenza chegou uma vez ao Brasil somente com os tres filhos, sendo um filho ainda de colo, o Vitorio era o mais velho então com 12 anos de idade e logo na chegada a São Paulo saiu para dar uma voltinha, fato este que deixou a Vó Vicenza muitissimo preocupada.
Este é um pequeno resumo historico da epopéia vivida por um imigrante italiano que assim como tantos outros , deixaram a ITALIA no final do século XIX em busca de um ideal .Entre 1890 e 1900 ocorreu o maior movimento de emigração de um povo em tão curto espaço de tempo que a historia já registrou.Mais de um milhão de italianos saíram de seu país para tentar sobreviver em outras partes do mundo,devido a grande crise economica e elevado indice de desemprego.Muitos vieram para a America do Sul, outros para a America do Norte e outra parte para a Australia .
Filho de Francisco Medaglia e Philomena Plastena, Giuseppe Medaglia nasceu no dia 11 de Novembro do ano de 1875 em Maione, pequena vila ligada a Altilia, provincia de Cosenza na Calabria, região muito montanhosa, com quase nenhuma area para agricultura, e de dificil pastoreio para cabras e ovinos.
Maione atualmente conta com uma população de 700 habitantes, a maioria com mais de 50 anos, pois ainda hoje os jovens saem cedo da vila em busca de trabalho em outras cidades maiores e com mais oportunidades.
Na pequena piazza della vila di Maione, podemos ver a estatua em homenagem ao jovem Maiones que com uma mala nas mãos, parte em busca do mesmo ideal que levou Giuseppe, há 110 anos atrás, abandonar sua cidade natal com destino ao Brasil.
De uma familia humilde de tres filhos , Nicola era o mais velho, Giuseppe era o filho do meio e Giovanina a filha mais nova que também veio para o Brasil vindo a se casar com..Luigi.Nucci.
Hugo Medaglia ,filho de Nicola vive ainda e esta com 90 anos morando em Castrovillari ,pequeno vilarejo proximo a Cosenza.
Por volta de 1895 , Giuseppe chegou ao Brasil onde casou-se com Vicenza Giardini com quem teve 9 filhos, sendo os tres primeiros Orlando, Vitório e Francisco nascidos em uma pequena vila chamada Candido Rodrigues próxima a cidade de Taquaritinga.
Retornou a Italia com a esposa e os tres filhos na esperança de encontrar trabalho em seu pais de origem, como não consegue trabalho, deixa a
deixa a mulher e os filhos e viaja para tentar melhor sorte nos Estados Unidos. Na California trabalha na abertura e nos acentamentos da estrada de ferro .Após um periodo de trabalhos pesados, consegue juntar algumas economias e retorna a Italia para o reencontro com a familia.
Lá nasceram outros tres filhos : Gilberto, Amadeu e Oreste. Depois de alguns anos retornam ao Brasil e se estabelecem em Taquaritinga dedicando-se ao trabalho na lavoura de café. Ai nascem os filhos Dante, Filomena e Hermida.
Com a morte da esposa Vicenza, casa-se pela segunda vez no dia 25 de Agosto de 1921 com Rozaria Spina em Taquaritinga , com quem teve 02 filhos: Belmiro e Bom Amir.Rozaria Spina nascida em 18 de Novembro de 1886 na vila de Grimaldi, filha de Pedro Spina e Cattarina Nucci. No ano de 1949 Giuseppe ficou viuvo pela segunda vez.
Em 11 de Novembro de 1955 , seus filhos organizaram uma grande festa para comemoração do seu aniversário de 80 anos, no mesmo ano tentou se casar pela terceira vez, mas foi impedido pelos proprios filhos. Ainda teve neste mesmo ano uma queda onde fraturou a bacia, ocasião em que todos achavam que não andaria mais,ganhou uma cadeira de rodas e relutava em sentar-se nela, porém sua força de vontade e teimosia logo o fizeram andar novamente,para alegria de seu filhos e netos.
Viveu seus ultimos anos na casa de seu filho Amadeu e sua nora Maria , ela, que soube o acolher com muito amor e carinho.
Faleceu em Catanduva no dia 30 de Abril de 1968, então com 92 anos de idade.
Peculiaridades: Giuseppe é lembrado com sua bengala , fazendo dela um instrumento musical para alegrar seus netos e bisnetos, tambem pelas caminhadas nos finais de tarde tomando uma cervejinha no bar da esquina e deixando uma nota de um cruzeiro para o neto, adorava contar historias sobre o arranha gato arvore cheia de espinhos,tinha um pequeno afundamento na parte superior do cranio,soubemos que o vô Giuseppe havia se metido em um caso amoroso com uma mulher casada e quando flagrados pelo marido da amante,recebeu uma paulada na cabeça ocasionando este afundamento.Para se defender do agressor desferiu um tiro de garrucha no desafortunado. Razão pela qual teve que abandonar o país onde ocorreu este episódio.
A primeira mulher Vicenza chegou uma vez ao Brasil somente com os tres filhos, sendo um filho ainda de colo, o Vitorio era o mais velho então com 12 anos de idade e logo na chegada a São Paulo saiu para dar uma voltinha, fato este que deixou a Vó Vicenza muitissimo preocupada.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Camisetas
Precisamos saber quem vai querer camisetas, o valor da camiseta é a parte- R$ 20,00
Enviar pra mim , aqui no blog ou pra Luciana o tamanho e a quantidade de camisetas até sexta-feira dia 14 de outubro
Enviar pra mim , aqui no blog ou pra Luciana o tamanho e a quantidade de camisetas até sexta-feira dia 14 de outubro
Informações da festa
Mais uma opção de hotel:
Sun city - 016-32621667 - Itápolis
Apartamento duplo sem, ar- R$ 80,00
Apartamento duplo com ar - R$ 100,00
Cama extra R$ 100,00
Sun city - 016-32621667 - Itápolis
Apartamento duplo sem, ar- R$ 80,00
Apartamento duplo com ar - R$ 100,00
Cama extra R$ 100,00
domingo, 25 de setembro de 2011
Fotos do local da festa
Olá tios,tias, primos,primas e visitantes do blog!!
no link abaixo vc pode clicar pra ver as fotos do local da nossa festa!!!!
fotos do local-clique aqui
no link abaixo vc pode clicar pra ver as fotos do local da nossa festa!!!!
fotos do local-clique aqui
VALORES DA FESTA
FAMILIA MEDALHA:
Festa da familia Medalha
Dias 12 e 13 de novembro
Adultos 2 dias $60,00 Adultos 1 dia $45,00
Crianças até 7 anos nao paga
Crianças de 7 a 12 anos
2 Dias $40,00
1 Dia $30,00
As camisetas sao a parte no valor de $20,00 reais e sao iguais as de Potirendaba
Confirmar a presença até 5 de outubro
DEPOSITO PARA FESTA
Banco 756
Agencia 001
Conta poupança 60.200.044-0
Luciana Terezinha Floriano Sinchetti
CPF 150.735.468-14
Deposito identificado
ESTE NUMERO É O DA CONTA PRA DEPOSITO DA NOSSA FESTA..
FAVOR FAZER O DEPOSITO INDENTIFICADO E SE PUDER LIGAR PRA LUCIANA INFORMANDO O NUMERO DE PESSOAS QUE FOI PAGO
TELEFONE: 016 9711-8347
Agencia 001
Conta poupança 60.200.044-0
Luciana Terezinha Floriano Sinchetti
CPF 150.735.468-14
Deposito identificado
ESTE NUMERO É O DA CONTA PRA DEPOSITO DA NOSSA FESTA..
FAVOR FAZER O DEPOSITO INDENTIFICADO E SE PUDER LIGAR PRA LUCIANA INFORMANDO O NUMERO DE PESSOAS QUE FOI PAGO
TELEFONE: 016 9711-8347
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Camisetas
Bom dia Tios,tias,primos,primas e visitantes do blog..a paz para vcs todos e mta saudade...
Bem as informações continuam chegando....entãooo é o seguinte:
1º ) reseve a sua camiseta, diexe aqui no blog ou na COMUNIDADE GIUSSEPPE MEDAGLIA - no orkut - o numero da sua camiseta, o valor é 20,00 e a reeserva deve ser feita até o dia 15 de outubro!!
2º) A casa onde será feita a festya possui 04 suites, caso alguem queira fazer a reserva deixe aqui tb...assim que esgotar os quartos vc ainda terá a opção de acampar, então terá que providênciar barraca,lugar a de sobra!!!!
3º) e por último ainda temos a opções de hotéis...
Bem as informações continuam chegando....entãooo é o seguinte:
1º ) reseve a sua camiseta, diexe aqui no blog ou na COMUNIDADE GIUSSEPPE MEDAGLIA - no orkut - o numero da sua camiseta, o valor é 20,00 e a reeserva deve ser feita até o dia 15 de outubro!!
2º) A casa onde será feita a festya possui 04 suites, caso alguem queira fazer a reserva deixe aqui tb...assim que esgotar os quartos vc ainda terá a opção de acampar, então terá que providênciar barraca,lugar a de sobra!!!!
3º) e por último ainda temos a opções de hotéis...
Diárias do hotel
Hotel dos viajantes - 016 32621117- R$ casal 120,00 com cama extra 150,00
Itapolis ---
R$ casal 120,00 com cama extra 150,00016 32620888 itapolis so 03 vagas.
Até o fim de semana divulgo aqui no blog o valor da festa....
Por favor divulguem o enderço do blog, divulguem os recados...
Beijos da Laine
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Quel mazzolin di fiori
Esta musica era cantada pelo meu avô..às vezes a gente até tenta canta-la em nosso sencontros ..vamos treinar entãooo rsrsrsrs
Tem Medalhinha novo no pedaço!!!
Nasceu o Samuel gente..agora nos temos um legitimo portuguesinho!!!! é isso mesmo nasceu o mais novo italianinho do clã!!! rsrsr o Samul é filho do Paulo Roberto( filho da Iderlei, neto da Alcidia, bisneto do
Gilberto)
PAULO ROBERTO, mora em Lisboa,Portugal, é casado com a Sirley..os avós Iderlei e Walter aqui de São jose do Rio Preto estão pulando de alegria!!!Nossos parabéns ao papai Paulo e a mamãe Sirley..curtam ai algumas fotos desta familia..............
Clique aqui e veja as fotos do Samuel
Gilberto)
PAULO ROBERTO, mora em Lisboa,Portugal, é casado com a Sirley..os avós Iderlei e Walter aqui de São jose do Rio Preto estão pulando de alegria!!!Nossos parabéns ao papai Paulo e a mamãe Sirley..curtam ai algumas fotos desta familia..............
Clique aqui e veja as fotos do Samuel
NOSSA FESTA
Bom dia tios,tias,primos,primas e vistantes!!
To mto feliz..pq nossas novidades ja começaram a ferverrr!!! rsrsrsrsrs
Ontem a Luciana falou comigo e CONFIRMOUUUU nossa festa acontece memso nos dias 12 e 13 de novembro..dia 12/11 pra quem quizer ir domirrr láaa e dia 13/11 a festa mesmoo..EU VOU!1 e vc??
Local já esta reservado..daqui uns dias tem fotos dele aqui, som ok!!! esta td indo a todo vapor..ufaa que bommm..Ai Zecaaaa a deste ano ja esta garantida ja pode ir pensando an do ano que vem!1 rsrsrsr
Bom pessoal lembra das fotos?? Continuo precisandooo..vamos lá turma!!! vamos nos unir e fazer uma árvore genealógica virtual bem bacana.. mandem as fotos pro meu email : laine_mebra@hotmail.com
Outra coisa:
Estamos querendo fazer as camisetas,estas terão o valor separado do valor da festa, e para conseguirmos um preço legal precisamos ter quantidade..então pra fazermos o orçamento precisamos saber quem vai se interessar em ter uma!!! que uma camiseta?? confirme no
orkut COMUNIDADE GIUSSEPPE MEDAGLIA - ORKUT ( É SÓ CLICAR)...
To mto feliz..pq nossas novidades ja começaram a ferverrr!!! rsrsrsrsrs
Ontem a Luciana falou comigo e CONFIRMOUUUU nossa festa acontece memso nos dias 12 e 13 de novembro..dia 12/11 pra quem quizer ir domirrr láaa e dia 13/11 a festa mesmoo..EU VOU!1 e vc??
Local já esta reservado..daqui uns dias tem fotos dele aqui, som ok!!! esta td indo a todo vapor..ufaa que bommm..Ai Zecaaaa a deste ano ja esta garantida ja pode ir pensando an do ano que vem!1 rsrsrsr
Bom pessoal lembra das fotos?? Continuo precisandooo..vamos lá turma!!! vamos nos unir e fazer uma árvore genealógica virtual bem bacana.. mandem as fotos pro meu email : laine_mebra@hotmail.com
Outra coisa:
Estamos querendo fazer as camisetas,estas terão o valor separado do valor da festa, e para conseguirmos um preço legal precisamos ter quantidade..então pra fazermos o orçamento precisamos saber quem vai se interessar em ter uma!!! que uma camiseta?? confirme no
orkut COMUNIDADE GIUSSEPPE MEDAGLIA - ORKUT ( É SÓ CLICAR)...
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
de voltaaa
Nossa que saudade de vc primos,primas,tios,tias e vistantes do blog..mas vamos começar td de novo...e deixa eu explicar..é que no outro endereço fiquei sem espaçooo..e sabe né o que a gente gosta mesmo é de espaço rsrsrsrsrsrsr.... então vamos começar aquiii as todo vapor de novo..com mtas e mtas novidade..e olha que foram mtas neste ultimo ano...?? espero vcs sempre aquii!! sigam o blog, opinem,divulguemmm..estou esperando a visita de vcs!!!
Laine
Laine
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